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A mostrar mensagens de abril, 2026

Apresentados

Os livros que não terminamos dizem algo sobre nós?

Nem todos os livros são terminados. Alguns ficam a meio. Abandonados numa página qualquer, num capítulo que nunca voltamos a abrir. Ficam ali, como se estivessem em pausa, à espera de um momento que talvez nunca chegue. E isso levanta uma questão interessante: Os livros que não terminamos dizem algo sobre nós? À primeira vista, pode parecer apenas uma questão de gosto. O livro não cativou, não era o momento certo, não correspondeu às expectativas. E, muitas vezes, é exatamente isso. Mas, por vezes, há algo mais. Há livros que não conseguimos terminar não porque são maus, mas porque não estamos preparados para eles. Não naquele momento. Não naquela fase da vida. A leitura é um encontro. Entre o livro e o leitor. E esse encontro depende de vários fatores: o estado emocional, o momento pessoal, a maturidade, a disponibilidade interior. Um mesmo livro pode ter impactos completamente diferentes em momentos distintos da vida. O que hoje não faz sentido, amanhã pode tornar-se essen...

O Tempo das Palavras

Há sentimentos que só aparecem quando paramos

O peso das palavras que nunca ouvimos

Quando não sabemos explicar o que sentimos

A importância de dar nome às emoções

Sentir em silêncio também é sentir

O desconforto necessário para crescer

Mudar não é tão simples como parece

A necessidade de validação digital

O impacto do telemóvel no silêncio interior

Vivemos online, mas sentimo-nos offline

Porque é cada vez mais difícil concentrarmo-nos

Comparação constante: o preço de ver a vida dos outros

O efeito das redes sociais na forma como sentimos

Estamos viciados em distração?

A pressa de viver está a impedir-nos de viver

Quem somos quando ninguém está a ver

A saudade do que nunca aconteceu

O problema não é sentir — é não saber onde colocar o que sentimos

Há pessoas que sentem demais — e ninguém fala disso

Cansaço mental: porque acontece e como lidar no dia a dia

Nem sempre estamos cansados — às vezes estamos esgotados por dentro