Pesquisar neste blogue
Um espaço onde partilho escrita, reflexões sobre literatura e os caminhos que encontro entre livros e ideias — o meu ponto de encontro com as palavras e comigo mesmo.
Apresentados
- Obter link
- X
- Outras aplicações
Estamos sempre ocupados… mas com o quê?
Vivemos ocupados.
Sempre com algo para fazer, responder, resolver. O tempo parece escasso. Os dias passam rápido. As tarefas acumulam-se.
Mas, se pararmos para pensar…
ocupados com o quê?
Nem tudo o que nos ocupa é realmente importante.
Nem tudo o que preenche o nosso tempo acrescenta valor.
Grande parte da nossa ocupação vem de distrações. Pequenas interrupções. Hábitos automáticos. Atividades que fazemos sem questionar.
E isso cria uma ilusão de produtividade.
Sentimo-nos ocupados — mas nem sempre estamos a avançar.
A verdade é que estar ocupado não é o mesmo que estar focado. Nem significa estar a viver de forma consciente.
Às vezes, a ocupação é uma forma de evitar o silêncio. Evitar pensar. Evitar sentir.
Preenchemos o tempo para não lidar connosco próprios.
Mas, ao fazê-lo, perdemos algo essencial: presença.
Talvez não precisemos de mais tempo.
Talvez precisemos de mais intenção.
- Obter link
- X
- Outras aplicações
Mensagens populares
A solidão moderna: um mal silencioso num mundo sempre ligado
- Obter link
- X
- Outras aplicações
Porque continuamos a procurar sentido nas palavras
- Obter link
- X
- Outras aplicações